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Luis de Camões

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SONETOS

SONETO 1: Enquanto quis Fortuna que tivesse esperança de algum contentamento, o gosto de um suave p...

SONETO 2: Eu cantarei de amor tão docemente, por uns termos em si tão concertados, que dous mil ac...

SONETO 3: Busque Amor novas artes, novo engenho, para matar me, e novas esquivanças; que não pode ...

SONETO 4: Tanto de meu estado me acho incerto, que em vivo ardor tremendo estou de frio; sem causa, ...

SONETO 5: Amor é um fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento...

SONETO 6: Doces águas e claras do Mondego, doce repouso de minha lembrança, onde a comprida e pérf...

SONETO 7: O fogo que na branda cera ardia, vendo o rosto gentil que eu n'alma vejo, se acendeu de ...

SONETO 8: Pede o desejo, Dama, que vos veja, não entende o que pede; está enganado. É este amor t...

SONETO 9: Quando da bela vista e doce riso, tomando estão meus olhos mantimento, tão enlevado sint...

SONETO 10: Quem pode livre ser, gentil Senhora, vendo-vos com juízo sossegado, se o Minino que de ol...

SONETO 11: Tomou-me vossa vista soberana adonde tinha armas mais à mão, por mostrar que quem busca ...

SONETO 12: Vossos olhos, Senhora, que competem co Sol em fermosura e claridade, enchem os meus de t...

SONETO 13: A legres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debux...

SONETO 14: Está o lascivo e doce passarinho com o biquinho as penas ordenando; o verso sem medida, ...

SONETO 15: Lembranças saudosas, se cuidais de me acabar a vida neste estado, não vivo com meu mal t...

SONETO 16: Se as penas com que Amor tão mal me trata quiser que tanto tempo viva delas que veja es...

SONETO 17: Quem vê, Senhora, claro e manifesto o lindo ser de vossos olhos belos, se não perder a v...

SONETO 18: Quando o Sol encoberto vai mostrando ao mundo a luz quieta e duvidosa, ao longo de üa pr...

SONETO 19: Tempo é já que minha confiança se desça de üa falsa opinião; mas Amor não se rege por ra...

SONETO 20: Transforma se o amador na cousa amada, por virtude do muito imaginar; não tenho, logo, mai...

SONETO 21: Passo por meus trabalhos tão isento de sentimento grande nem pequeno, que só pola vontade ...

SONETO 22: Num jardim adornado de verdura, a que esmaltam por cima várias flores, entrou um dia a deu...

SONETO 23: Lindo e sutil trançado, que ficaste em penhor do remédio que mereço, se só contigo, vendo ...

SONETO 24: Está se a Primavera trasladando em vossa vista deleitosa e honesta; nas lindas faces, olho...

SONETO 25: Oh! como se me alonga, de ano em ano, a peregrinação cansada minha! Como se encurta, e com...

SONETO 26: Grão tempo há já que soube da Ventura a vida que me tinha destinada; que a longa experiênc...

SONETO 27: Porque quereis, Senhora, que ofereça a vida a tanto mal como padeço? Se vos nasce do pouco...

SONETO 28: Quando vejo que meu destino ordena que por me exprimentar de vós me aparte, deixando de me...

SONETO 29: Se algü'hora em vós a piedade de tão longo tormento se sentira, não consentira Amor que me...

SONETO 30: Sete anos de pastor Jacob servia Labão, pai de Raquel, serrana bela; mas não servia ao pai...

SONETO 31: Pensamentos, que agora novamente cuidados vãos em mim ressuscitais, dizei me: ainda não vo...

SONETO 32: Vós que, d'olhos suaves e serenos, com justa causa a vida cativais, e que os outros cuidad...

SONETO 33: Se tomar minha pena em penitência do erro em que caiu o pensamento, não abranda, mas dobra...

SONETO 34: Se pena por amar vos se merece, quem dela livre está? Ou quem isento? Que alma, que razão,...

SONETO 35: Que modo tão sutil da natureza, para fugir ao mundo, e seus enganos, permite que se escond...

SONETO 36: Presença bela, angélica figura, em quem, quanto o Céu tinha, nos tem dado; gesto alegre, d...

SONETO 37: Por cima destas águas, forte e firme, irei por onde as sortes ordenaram, pois, por cima de...

SONETO 38: Arvore, cujo pomo, belo e brando, natureza de leite e sangue pinta, onde a pureza, de verg...

SONETO 39: O culto divinal se celebrava no templo donde toda a criatura louva o Feitor divino, que a ...

SONETO 40: Senhora minha, se a Fortuna imiga, que em minha fim com todo o Céu conspira, os olhos me...

SONETO 41: Aquela fera humana que enriquece sua presuntuosa tirania destas minhas entranhas, onde...

SONETO 42: Amor, que o gesto humano n'alma escreve, vivas faíscas me mostrou um dia, donde um puro ...

SONETO 43: Como quando do mar tempestuoso o marinheiro, lasso e trabalhado, d'um naufrágio cruel já...

SONETO 44: Ditoso seja aquele que somente se queixa de amorosas esquivanças; ois por elas não perde...

SONETO 45: Leda serenidade deleitosa, que representa em terra um paraíso; entre rubis e perlas doce...

SONETO 46: No mundo quis um tempo que se achasse o bem que por acerto ou sorte vinha; e, por exprim...

SONETO 47: Oh! quão caro me custa o entender te, molesto Amor, que, só por alcançar te, de dor em d...

SONETO 48: Quem quiser ver d'Amor üa excelência onde sua fineza mais se apura, atente onde me põe m...

SONETO 49: Se, despois d'esperança tão perdida, Amor pola ventura consentisse que inda algü'hora b...

SONETO 50: Senhor João Lopes, o meu baixo estado ontem vi posto em grau tão excelente, que vós, que...

SONETO 51: Apolo e as nove Musas, discantando com a dourada lira, me influíam na suave harmonia que...

SONETO 52: Dai me üa lei, Senhora, de querer vos, que a guarde, sô pena de enojar vos; que a fé que...

SONETO 53: Se tanta pena tenho merecida em pago de sofrer tantas durezas, provai, Senhora, em mim v...

SONETO 54: Se tanta pena tenho merecida em pago de sofrer tantas durezas, provai, Senhora, em mim v...

SONETO 55: Sempre a Razão vencida foi de Amor; mas, porque assi o pedia o coração, quis Amor ser ve...

SONETO 56: Diversos dões reparte o Céu benino, e quer que cada üa um só possua; assi, ornou de cast...

SONETO 57: De vós me aparto, ó vida! Em tal mudança, sinto vivo da morte o sentimento. Não sei para...

SONETO 58: A Morte, que da vida o nó desata, os nós, que dá o Amor, cortar quisera na Ausência, qu...

SONETO 59: Suspiros inflamados, que cantais a tristeza com que eu vivi tão ledo! Eu mouro e não vos...

SONETO 60: Todo o animal da calma repousava, só Liso o ardor dela não sentia; que o repouso do fogo ...

SONETO 61: Seguia aquele fogo, que o guiava, Leandro, contra o mar e contra o vento; as forças lhe fa...

SONETO 62: Por sua Ninfa, Céfalo deixava Aurora, que por ele se perdia, posto que dá princípio ao cla...

SONETO 63: Sentindo se tomada a bela esposa de Céfalo, no crime consentido, para os montes fugia do m...

SONETO 64: Os vestidos Elisa revolvia que lh'Eneias deixara por memória: doces despojos da passada gl...

SONETO 65: OFerido sem ter cura perecia o forte e duro Télefo temido, por aquele que n'água foi metid...

SONETO 66: Fiou se o coração, de muito isento, de si cuidando mal, que tomaria tão ilícito amor tal...

SONETO 67: O raio cristalino s'estendia pelo mundo, da Aurora marchetada, quando Nise, pastora deli...

SONETO 68: Apartava se Nise de Montano, em cuja alma partindo se ficava; que o pastor na memória a d...

SONETO 69: Tomava Daliana por vingança da culpa do pastor que tanto amava, casar com Gil vaqueiro; e...

SONETO 70: Quantas vezes do fuso s'esquecia Daliana, banhando o lindo seio, tantas vezes de um áspero...

SONETO 71: Como fizeste, Pórcia, tal ferida? Foi voluntária, ou foi por inocência? -Mas foi fazer Amo...

SONETO 72: Em fermosa Leteia se confia, por onde vaïdade tanta alcança, que, tornada em soberba a con...

SONETO 73: Náiades, vós, que os rios habitais que os saudosos campos vão regando, de meus olhos verei...

SONETO 74: Num bosque que das Ninfas se habitava Sílvia, Ninfa linda, andava um dia; subida nüa árvo...

SONETO 75: Tal mostra dá de si vossa figura, Sibela, clara luz da redondeza, que as forças e o poder...

SONETO 76: Pelos extremos raros que mostrou em saber, Palas, Vénus em fermosa, Diana em casta, Juno e...

SONETO 77: Na metade do Céu subido ardia o claro, almo Pastor, quando deixavam o verde pasto as cabra...

SONETO 78: Já a saudosa Aurora destoucava os seus cabelos d'ouro delicados, e as flores, nos campos e...

SONETO 79: O filho de Latona esclarecido, que com seu raio alegra a humana gente, o hórrido Piton, br...

SONETO 80: Alma minha gentil, que te partiste tão cedo desta vida descontente, repousa lá no Céu et...

SONETO 81: Aquela triste e leda madrugada, cheia toda de mágoa e de piedade, enquanto houver no mun...

SONETO 82: Doces lembranças da passada glória, que me tirou Fortuna roubadora, deixai me repousar e...

SONETO 83: Amor, co a esperança já perdida, teu soberano templo visitei; por sinal do naufrágio que...

SONETO 84: Males, que contra mim vos conjurastes, quanto há de durar tão duro intento? Se dura porq...

SONETO 85: Em prisões baixas fui um tempo atado, vergonhoso castigo de meus erros; inda agora arroj...

SONETO 86: Cara minha inimiga, em cuja mão pôs meus contentamentos a ventura, faltou te a ti na ter...

SONETO 87: Foi já num tempo doce cousa amar, enquanto m'enganava a esperança; O coração, com esta c...

SONETO 88: Que poderei do mundo já querer, que naquilo em que pus tamanho amor, não vi senão `desgo...

SONETO 89: Pois meus olhos não cansam de chorar tristezas, que não cansam de cansar me; pois não ab...

SONETO 90: Um mover d'olhos, brando e piadoso, sem ver de quê; um riso brando e honesto, quase forç...

SONETO 91: Fermosos olhos que na idade nossa mostrais do Céu certissimos sinais, se quereis conhece...

SONETO 92: Mudam se os tempos, mudam se as vontades, muda se o ser, muda se a confiança; todo o mun...

SONETO 93: Conversação doméstica afeiçoa, ora em forma de boa e sã vontade, ora de üa amorosa pieda...

SONETO 94: Despois que quis Amor que eu só passasse quanto mal já por muitos repartiu, entregou me ...

SONETO 95: Ondados fios d'ouro reluzente, que, agora da mão bela recolhidos, agora sobre as rosas e...

SONETO 96: Bem sei, Amor, que é certo o que receio; mas tu, porque com isso mais te apuras, de manh...

SONETO 97: Com grandes esperanças já cantei, com que os deuses no Olimpo conquistara; despois vim a...

SONETO 98: Aquela que, de pura castidade, de si mesma tomou cruel vingança por üa breve e súbita mu...

SONETO 99: No tempo que de Amor viver soía, nem sempre andava ao remo ferrolhado; antes agora livre...

SONETO 100: Quando de minhas mágoas a comprida maginação os olhos me adormece, em sonhos aquela alma m...

SONETO 101: Ah! minha Dinamene! Assi deixaste quem não deixara nunca de querer-te? Ah! Ninfa! Já não p...

SONETO 102: Quem fosse acompanhando juntamente por esses verdes campos a avezinha que, despois de pe...

SONETO 103: Cantando estava um dia bem seguro quando, passando, Sílvio me dizia (Sílvio, pastor anti...

SONETO 104: Correm turvas as águas deste rio, que as do Céu e as do monte as enturbaram; os campos flo...

SONETO 105: Julga-me a gente toda por perdido, vendo-me, tão entregue a meu cuidado, andar sempre dos ...

SONETO 106: O céu, a terra, o vento sossegado... As ondas, que se estendem pela areia... Os peixes, qu...

SONETO 107: Que me quereis, perpétuas saudades? Com que esperança ainda me enganais? Que o tempo que s...

SONETO 108: Erros meus, má fortuna, amor ardente em minha perdição se conjuraram; os erros e a fortuna...

SONETO 109: Eu cantei já, e agora vou chorando o tempo que cantei tão confiado; parece que no canto ...

SONETO 110: Na desesperação já repousava o peito longamente magoado, e, com seu dano eterno concerta...

SONETO 111: Eu vivia de lágrimas isento, num engano tão doce e deleitoso que em que outro amante fos...

SONETO 112: Indo o triste pastor todo embebido na sombra de seu doce pensamento, tais queixas espalh...

SONETO 113: Lembranças que lembrais meu bem passado para que sinta mais o mal presente, deixai-me (s...

SONETO 114: Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! Quão asinha em meu dano vos mudastes! Passou o tempo...

SONETO 115: Ah! imiga cruel, que apartamento é este que fazeis da pátria terra? Quem do paterno ninh...

SONETO 116: Aqueles claros olhos que chorando ficavam quando deles me partia, agora que farão? Quem ...

SONETO 117: Quando cuido no tempo que, contente, vi as pérolas, neve, rosa e ouro, como quem vê por ...

SONETO 118: Quem vos levou de mim, saudoso estado, que tanta sem-razão comigo usastes? Quem foi, por...

SONETO 119: Senhora já dest'alma, perdoai de um vencido de Amor os desatinos, e sejam vossos olhos tã...

SONETO 120: Cá nesta Babilónia, donde mana matéria a quanto mal o mundo cria; cá onde o puro Amor nã...

SONETO 121: Dizei, Senhora, da Beleza ideia: para fazerdes esse áureo crino, onde fostes buscar esse...

SONETO 122: Doce contentamento já passado, em que todo meu bem já consistia, quem vos levou de minha ...

SONETO 123: Doce sonho, suave e soberano, se por mais longo tempo me durara! Ah! quem de sonho tal nun...

SONETO 124: Enquanto Febo os montes acendia do Céu com luminosa claridade, por evitar do ócio a castid...

SONETO 125: Este amor que vos tenho, limpo e puro, de pensamento vil nunca tocado, em minha tenra id...

SONETO 126: Fortuna em mim guardando seu direito em verde derrubou minha alegria. Oh! quanto se acab...

SONETO 127: Já não sinto, Senhora, os desenganas com que minha afeição sempre tratastes, nem ver o g...

SONETO 128: Memória de meu bem, cortado em flores por ordem de meus tristes e maus Fados, deixai-me ...

SONETO 129: Na ribeira do Eufrates assentado, discorrendo me achei pela memória aquele breve bem, aq...

SONETO 130: Num tão alto lugar, de tanto preço, este meu pensamento posto vejo, que desfalece nele i...

SONETO 131: O dia em que eu nasci, moura e pereça, não o queira jamais o tempo dar, não torne mais a...

SONETO 132: Olhos fermosos, em quem quis Natura mostrar do seu poder altos sinais, se quiserdes sabe...

SONETO 133: O tempo acaba o ano, o mês e a hora, a força, a arte, a manha, a fortaleza; o tempo acaba ...

SONETO 134: Posto me tem Fortuna em tal estado, e tanto a seus pés me tem rendido! Não tenho que per...

SONETO 135: Quando se vir com água o fogo arder, e misturar co dia a noite escura, e a terra se vir na...

SONETO 136: A fermosura fresca serra, e a sombra dos verdes castanheiros, o manso caminhar destes r...

SONETO 137: Diana prateada, esclarecia com a luz que do claro Febo ardente, por ser de natureza tran...

SONETO 138: Quando a suprema dor muito me aperta, se digo que desejo esquecimento, é força que se fa...

SONETO 139: Quando, Senhora, quis Amor que amasse essa grã perfeição e gentileza, logo deu por sente...

SONETO 140: Que pode já fazer minha ventura que seja para meu contentamento., Ou como fazer devo funda...

SONETO 141: Quem presumir, Senhora, de louvar-vos com humano saber, e não divino, ficará de tamanha cu...

SONETO 142: Se de vosso fermoso e lindo gesto nasceram lindas flores para os olhos, que para o peito s...

SONETO 143: Sempre, cruel Senhora, receei, medindo vossa grã desconfiança, que desse em desamor vossa ...

SONETO 144: Sustenta meu viver üa esperança derivada de um bem tão desejado que, quando nela estou mai...

SONETO 145: Vencido está de Amor meu pensamento o mais que pode ser vencida a vida, sujeita a vos serv...

SONETO 146: El vaso reluciente y cristalino, de Ángeles agua clara y olorosa, de blancas e da ornado y...

SONETO 147: Pues lágrimas tratáis, mis ojos tristes, y en lágrimas pasáis la noche y día, mirad si es ...

SONETO 148: Se a Fortuna inquieta e mal olhada, que a justa lei do Céu consigo infama, a vida quieta, ...

SONETO 149: Em flor vos arrancou, de então crecida (Ah! senhor dom António!), a dura sorte, donde faze...

SONETO 150: Debaixo desta pedra está metido, das sanguinosas armas descansado, o capitão ilustre, assi...

SONETO 151: De um tão felice engenho, produzido de outro, que o claro Sol não viu maior, é trazer cous...

SONETO 152: Despois que viu Cibele o corpo humano do fermoso Átis seu verde pinheiro, em piedade o vão...

SONETO 153: De tão divino acento e voz humana, de tão doces palavras peregrinas, bem sei que minhas ob...

SONETO 154: Dos ilustres antigos que deixaram tal nome, que igualou fama à memória, ficou por luz do t...

SONETO 155: Esforço grande, igual ao pensamento; pensamentos em obras divulgados, e não em peito timid...

SONETO 156: Não passes, caminhante! Quem me chama ? -üa memória nova e nunca ouvida, de um que trocou ...

SONETO 157: No mundo poucos anos, e cansados, vivi, cheios de vil miséria dura; foi-me tão cedo a luz ...

SONETO 158: Que levas, cruel Morte?- Um claro dia. - A que horas o tomaste?- Amanhecendo. - Entendes o...

SONETO 159: Chorai, Ninfas, os fados poderosos daquela soberana fermosura! Onde foram parar na sepultu...

SONETO 160: Quem jaz no grão sepulcro, que descreve tão ilustres sinais no forte escudo? - Ninguém; qu...

SONETO 161: Os reinos e os impérios poderosos que em grandeza no mundo mais cresceram, ou por valor de...

SONETO 162: Ilustre o dino ramo dos Meneses, aos quais o prudente e largo Céu (que errar não sabe), em...

SONETO 163: Vós, Ninfas da gangética espessura, cantai suavemente, em vez sonora, um grande Capitão, q...

SONETO 164: Que vençais no Oriente tantos Reis, que de novo nos deis da Índia o Estado, que escureceis...

SONETO 165: Vós outros, que buscais repouso certo na vida, com diversos exercícios; a quem, vendo do m...

SONETO 166: Verdade, Amor, Razão, Merecimento, qualquer alma farão segura e forte; porém, Fortuna, Cas...

SONETO 167: De quantas graças tinha, a Natureza fez um belo e riquíssimo tesouro; e com rubis e rosas,...

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